Deyvid Fernande Ribeiro
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Eu sempre joguei Battlefield, conheci a franquia ainda nas épocas de 1942, haviam pessoas que iam em Lan Houses para jogar o saudoso CS 1.6, já eu? Ia com alguns amigos jogar BF1942 e o BF2, então sim, eu conheço a franquia desde tempos remotos, joguei outros como o Bad Company 2, 2142 e aqueles que eu considero como os Magnum Opus da Franquia, eu falo de Battlefield 3 e Battlefield 4, esses em específico moram no meu coração pois eu dediquei horas em meu saudoso PS3, quantas foram as horas de resenha durante a noite jogando mapas icônicos de ambos esses títulos. Eu infelizmente não pude jogar o BFHL, BF1 e BFV, pois seus lançamentos foram justo quando eu estava na faculdade, e como eu estava fodido financeiramente, não podia ter um PS4/PC àquela época. A franquia passou por altos e baixos, e últimamente andou em um baixo horrendo por conta daquela diarréia explosiva do nível Star Wars Acolyte chamada de Battlefield 2042, eu comparo porque tanto o jogo quanto a série, a gente considera como não canônico. Agora você pergunta o porquê de eu ter falado do Battlefield 3 e do BF4? Bom, vamos lá, o BF6 consegue de fato trazer aquele mesmo sentimento de meados de 2013 quando eu passava horas e horas jogando esses jogos com os meus amigos, ele está bem melhor do que o último jogo, trazendo um estilo mais pé no chão para a franquia, é a experiência de Battlefield como a gente espera. O jogo ainda está com alguns bugs, como é de se esperar, problemas de netcode (Chega ser nostálgico!) e registros de acerto, mas é aquele negócio, a gente se sabota a acreditar que isso vai ser solucionado com algum patch aqui e alcolá. Não é o maior dos problemas, se for parar para ver. Algo ainda me preocupa nesse jogo, eu vejo que ele está bom demais para ser verdade, eu espero muito que a EA não toque sua mão poder mais ainda nesse jogo, ao ponto de ele acabar virando um "clusterfuck" de coisas pagas e bullshit de temporada, que mesmo você estando com a porra do "muh premium" acabe tendo que pagar por algo dentro dele. Do resto? O jogo de fato está bom e compensa.
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S.S. Amaral
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Pontos Positivos: Gráficos: Tão bonitos que dá vontade de chorar e abraçar meu monitor. As explosões parecem reais. Sério, meu gato pulou da cadeira achando que era um trovão. É tipo um filme de ação, só que você está nele (e morre muito). Destruição: A física da destruição é o melhor brinquedo desde o baldinho de praia. Destruir um prédio inteiro só porque um camper está no telhado? É meu novo esporte favorito. 10/10 na terapia da raiva. Veículos: Tanques, helicópteros, jatos... É o paraíso dos motoristas. Pena que eu só sei pilotar na linha reta e explodir instantaneamente. Mas a intenção é o que conta! Pontos Negativos (também conhecidos como "Coisas que Me Fizeram Gritar"): Bugs: Ah, os bugs clássicos de lançamento da EA. Às vezes, meu soldado decide que quer fazer breakdance em vez de atirar. Ou voar. Ou ficar preso dentro de uma parede. É a nova feature "Movimentos Aleatórios da Morte". O Sniper do Outro Lado do Mapa: Eu mal saio da base e já levo um tiro na cabeça de um cara que deve estar jogando de um satélite. O cara não está jogando, ele está espionando a galáxia. O Esquadrão: Eu sou um herói de guerra. Meus companheiros de esquadrão são... um grupo de patos confusos. Se eu pedir para me reviverem, eles provavelmente vão tentar me dar um abraço de urso e sair correndo. Resumo Bobo: Battlefield 6 é a prova de que a humanidade precisa de mais explosões na vida. Você vai ficar bravo, vai xingar em 5 idiomas diferentes e vai se perguntar por que gastou 70 dinheiros nisso. Mas aí você destrói um arranha-céu com um míssil e percebe: "É por isso." Compre. Grite. Repita. (E diga ao seu gato que está tudo bem, são só pixels.)
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