Jogar com argentinos é a pior experiencia que algum brasileiro pode passar. E eu como gaúcho não tenho nem a opção de limitar o ping, pois ambos servidores ficam com 20ms. Os argentinos quando descobrem que você é brasileiro além do anti-jogo dando TK, travar o personagem de propósito e gritar sua posição para o inimigo no chat também são ABERTAMENTE RACISTAS. Chamam de macaco, preto, favelado e afins. Denunciar à Steam e à Valve não serve para NADA. SÃO CONIVENTES COM RACISMO. E não é de agora. O ministério público deveria investigar, não só pelo racismo mas também pelo lootbox apresentados no jogo.
Christian Buhl: We are a gritty, grounded, realistic shooter. That's what we intend to be, and that's what the game is going to look like for a while. Sou fã da franquia Battlefield há anos, e fiquei realmente animado quando Christian Buhl prometeu que o Battlefield 6 seria “pé no chão”, com foco em realismo e imersão, um retorno às raízes, longe das skins caricatas e dos excessos de BF2042. Mas bastou a Season 1 chegar para essa promessa ir pelo ralo. As novas skins têm cores neon, brilhos e detalhes totalmente fora da realidade. Isso quebra completamente a imersão de quem busca uma experiência militar autêntica. Parece que estamos vendo uma mistura de “hero shooter” com “festival de carnaval futurista”. Battlefield sempre foi sinônimo de guerra, caos e autenticidade, não de soldados fosforescentes correndo pelo mapa. O pior é que a comunidade alertou sobre isso em 2042, e mesmo assim a EA/DICE repete o erro. Se querem vender cosméticos, tudo bem, mas ao menos mantenham a coerência com o universo que prometeram. Skins assim desrespeitam o jogador que acreditou no discurso de realismo. No fim, é triste ver um Battlefield que poderia ter sido incrível começar a seguir o mesmo caminho do anterior. Espero que ouçam a comunidade antes que seja tarde.