O jogo em si é bom, porém a experiência de jogabilidade é profundamente prejudicada pela quantidade absurda de hackers, mesmo em partidas com o sistema Prime. A Valve, infelizmente, não aplica as punições de forma adequada, aparentando ser conivente com esse tipo de comportamento. A comunidade apresenta seus aspectos positivos e negativos, contudo, o lado negativo é muito mais predominante. É comum encontrar jogadores do próprio time que sabotam a partida, revelando a posição dos aliados no chat geral, atirando sem motivo e, quando há uma reação a essas atitudes, o jogador injustamente punido é quem sofre as consequências — sendo expulso da partida e recebendo suspensões no modo competitivo. Recomendo fortemente que, caso alguém deseje jogar, o faça apenas com amigos ou em um time fechado, pois a comunidade do jogo é extremamente tóxica e desrespeitosa. Infelizmente, as boas experiências dentro desse ambiente são cada vez mais raras. ESPERO QUE ESSES HACKERS E JOGADORES TÓXICOS SEJAM PUNIDOS E M0RT0S.
⭐⭐⭐⭐⭐ (5/5 – Explosões com cheiro de vitória e pólvora digital) Sinceramente é o BF que a franquia precisava pra levantar da cama depois de uns anos meio “dor na lombar”. A gameplay tá viciante — nada mais satisfatório do que dar aquele one tap de AWP num pobre coitado a 300 metros e ver o corpo voando como se tivesse esquecido de pagar o IPTU. Os gráficos estão tão bonitos que às vezes eu paro de atirar só pra apreciar o mapa (antes de ser atropelado por um tanque, claro). E o som das explosões? Mano... parece que o vizinho tá soltando rojão dentro da sua casa — cada destruição é um espetáculo digno de Michael Bay. O melhor de tudo é que o jogo supera as expectativas. Você entra achando que vai jogar “mais um BF”, e sai achando que precisa de fones novos porque o helicóptero passou rente demais. Battlefield 6 é tipo aquele ex que volta dizendo que mudou — e dessa vez realmente mudou.