Marcelo Castro
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Uma coisa que amo em Battlefield 6, é que o jogo não tem a pretenção de tentar reinventar a franquia: ele simplesmente melhora o que já teve de mais incrível até então. É um jogo que ouviu e entendeu o que nós, veteranos, sempre pedíamos: batalhas épicas, destruição real e uma experiência intensa. Porém, é interessante ressaltar que o jogo é muito acessível para novatos, com uma curva de aprendizado equilibrada e mecânicas muito bem explicadas, sobretudo pela campanha, um desejo antigo dos fãs mais velhos da franquia. Em minha modesta opinião, Battlefield 6 chega fortíssimo, tendo tudo para ser relembrado pelos fãs, tal como Battlefield 3 e 4. A campanha é curta, mas tem seus bons momentos, sendo divertida; o multiplayer, denso e recompensador, como sempre deveria ser; o som e a dublagem são surpreendentes; e, por fim, o visual e o desempenho do jogo estão magníficos. Para veteranos como eu, “condecorado” desde o primeiro jogo, lá em 2002, Battlefield 6 tem sido meio que uma espécie de reencontro com o melhor da franquia. Porém, pensando nos novatos, Battlefield 6 é uma excelente porta de entrada para um dos universos mais intensos dos videogames. Battlefield finalmente está de volta!
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Breno Quevely
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Obrigado, Gaijin, por criar um jogo com uma tech tree que exige quantidades exageradas de XP por avião, praticamente te forçando, indiretamente, a querer comprar premium para upar mais rápido. Que te faz gastar quilos de horas para pegar um avião que você gosta na vida real, ter uma carga de dopamina rápida, porque top tier dura 5 minutos de partida. Se for jogar pra fazer CAS, nem tente amigo, pois essa empresa anula coisas broken com outra coisa broken. Dito isso recomendo, jogar com amigos — é divertido. E se você não levar o jogo tão a sério, dá pra se divertir até. Ah, e Gaijin, eu te perdoo por puxar o saco da Rússia.
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