Emanuel
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Sinceramente? Saudade do antigo CSGO, a Valve cresceu o olho sobre o cenário, e acabou perdendo e perde muitos players até hoje, lembro de quando eu rodava o CSGO com o meu Celeron e uma Intel HD Graphics 128mb, e mesmo assim fui muito feliz, o tempo passou, o saudosismo continua e não consigo mais jogar e nem me divertir como antes, pois não roda mais em meu notebook, tristeza.
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Noritame
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Um excelente Battlefield, com mapas bem construídos e uma gameplay fluida, trazendo camadas táticas leves que deixam as partidas dinâmicas e divertidas. A campanha não é memorável, mas também não chega a ser ruim — cumpre seu papel e entrega uma boa introdução ao jogo. Outro ponto positivo é que o jogo lançou sem uma loja dedicada a cosméticos. Em tempos em que boa parte dos concorrentes (olhando pra você, Call of Duty) já abrem o jogo direto na aba da loja pra empurrar skins duvidosas, é refrescante ver um foco maior na experiência de jogo em vez da monetização. Claro que é provável que isso mude no futuro, especialmente com um modo Battle Royale no horizonte, mas por enquanto é uma boa surpresa. O único ponto realmente negativo, na minha opinião, é a gameplay dos jatos. Primeiro, a falta de customização dos loadouts é um crime — temos basicamente os equipamentos padrão e nada mais, zero personalização. Outro ponto, bem menos grave, é a forma como a JDAM (que parece mais uma dumb bomb enfraquecida nesse jogo) é lançada. Copiaram o estilo do BFV, com aquela mira circular no HUD, o que não faz muito sentido aqui. Seria muito mais agradável se fosse como no BF4, onde o jogador controlava o lançamento da JDAM utilizando o display do cockpit do jato de ataque.
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